sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Perto da Morte

No dia 25 de dezembro, em meados de 2010, estávamos indo de carro para a casa da mãe de minha madrasta Rose. No carro estavam também meu pai Elieber e meu irmão de consideração Alexsander. O carro era um Volkswagen Polo Classic 1.8 na cor vinho. O carro tinha sido comprado não fazia muito tempo.
Neste dia, Rose resolveu ir dirigindo até a casa de sua mãe, pois ela tinha ficado um bom tempo sem dirigir e queria voltar a ter a prática que ela tinha antes.
No caminho, em uma rua da área industrial de Sorocaba, um carro que estava trafegando pelo sentido contrário, ameaçou passar para a faixa em que estávamos. Isso assustou Rose, que por instinto, acabou perdendo o controle do carro. O carro derrapou para fora da pista e bateu em um poste pequeno de concreto. O local onde o poste bateu do carro afundou em sua forma. Ele bateu bem do lado que eu me encontrava sentado. A batida foi tão forte que causou a quebra do para-brisa traseiro do carro.

Rose ficou tão assustada que demorou muito tempo para que ela voltasse a dirigir novamente. Essa foi a vez em que eu me senti mais próximo da morte. Foi um susto tremendo. Mas, graças ao bom Deus estamos todos bem.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Destruição dos Mosquitos: Vale a pena arriscar?


Aqui no Brasil temos um problema sério com este mosquito que todos já conhecemos, chamado Aedes aegypt. Até o ano passado (2014) ele já era conhecido por transmitir duas doenças: a dengue e a febre amarela. No ano passado foi descoberta uma nova doença que este mosquito estava transmitindo, que segundo cientistas veio da África. A doença ficou conhecida como febre chikungunya. É uma doença que possui sintomas semelhantes aos da dengue, porém ela causa fortes dores nas juntas, acompanhado de inflamações. Neste ano (2015), apareceu mais uma doença que é transmitida pelo mesmo mosquito, que ficou conhecida como zika vírus. Esta doença não causa muitos problemas para os portadores, porém ela causa problemas nos descendentes. Uma mulher que tem um bebê estando com essa doença, a criança tem grandes chances de nascer com um problema chamado de microcefalia, que é uma má formação que impede que o cérebro cresça corretamente.

Os cientistas estão lutando para que consigam fazer uma vacina para essas doenças. Por outro lado, existem outros cientistas criando mosquitos geneticamente modificados. Mosquitos machos serão criados em laboratório e serão soltos na natureza, de forma que ao se relacionarem com as fêmeas, produzirão mosquitos que não chegarão à fase adulta, ou seja, morrerão antes de chegar nesta fase.

O problema é que isto causaria um desequilíbrio na natureza, pois acabariam por extinguir o mosquito. Não que eu seja protetor dos mosquitos ou algo assim. Mas se os mosquitos existem, é por algum motivo que ainda não conhecemos. A pergunta é: já houve problemas com extinções de animais antes? Animais que achávamos que não tinham importância? Acredito que sim. Por exemplo, se uma espécie de cobras, que vivem em alguma plantação, acabar sendo morta, aparecerá sapos demais nessas plantações, pois as cobras eram responsáveis por controlar a população de sapos. Se você começar a matar esses sapos, começarão a aparecer gafanhotos demais, pois os sapos são responsáveis por controlar a população de gafanhotos. Acredito que entenderam onde eu quero chegar. E se acontecer de excluirmos os mosquitos e a dengue acabar sendo transmitida pelo ar pois os vírus podem muito bem evoluir?

Ao invés de tentar acabar com os mosquitos, por que não focar na criação das vacinas? As vacinas seriam mais eficazes, pois nos tornaríamos fortes contra as doenças sem precisar acabar com os mosquitos. Temos que pensar em maneiras de ficarmos resistentes às doenças, ao invés de tentar destruir as coisas. O ser humano parece ter uma compulsão por destruição. Eu sou contra destruições desnecessárias. Se destruir for a última opção, aí podemos pensar no caso.